Compartilhar nunca foi um dos atributos mais nobres excercidos pela sociedade brasileira.
A ética profissional é uma, entre as diversas, qualificações de politicos hoje em exercicio no executivo. A corrupção, ao longo dos últimos 8 anos, foi extinta dentro do executivo.
A consequencia desse fato extraordinário, está na face da população a qual paga, com prazer e felicidade, 5 meses de impostos, durante um ano, para a melhoria das péssimas condições de trabalho entre os esforçados parlamentares, os incansáveis ministros e do próprio Presidente da República o qual demonstrou trabalhar ininterruptamente para melhorar as condições de vida dos mais pobres.
Acusções, como o “Mensalão” ou o “Caixão 2 do PT”, envolvendo o Presidente, Delúbio Soares, Silvinho, José Genuino, Antonino Palocci, entre outros, só demonstraram a nossa falta de fé, por termos desconfiado do governo e o despeito da oposição.
Nós, governados, não acreditamos na inocência dos ministros e dos parlamentares. Sem dúvida uma crença a qual se revelou absurda. Além de ter sido revoltante não acreditarmos, por um breve momento, que o Pai dos pobres não sabia de nada.
Imagina se o Presidente iria se preocupar com 3 bilhões de reais sendo desviados. Ele estava muito acima disso tudo, apresentando as tradições brasileiras pela Europa.
A nossa falta de fé perante o governo atual, impediu com que os absolvidos se expressassem . Só porque foram acusados de compartilhar entre eles, uns milhares de reais do “Valérioduto”. Isso é falso, é bobagem!
Grande parte dos paulistas, por exemplo, desconfiaram que as acusações acabariam não gerando uma investigação ou uma punição.
Tolos, nós paulistas, desconfiamos a prova dissofoi a absolvição de todos os acusados de praticar a corrupção.
Eles não eram corruptos, nem eles e nem o Presidente do Senado, José Sarney. As absolvições resultaram na comprovação da seriedade do Congresso, além da celebração da liberdade, do amor e do perdão! Ao invez de trites e cansativas cassações de mandato, bastava ver a expressão em suas faces as quais refletiam a inocência e a pureza, dessa forma nenhuma C.P.I. teria ocorrido.
Faz-se crucial para o Brasil a prática regular dessa seriedade a qual reflete nossa boa ética, no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. Além de atitudes que nos façam confiar mais no Presidente, nos seus ministros e no seu partido.
Viva o Congresso, viva o Presidente !
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